Dragomante

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Um Dragomante e um dragão são guerreiro e cão de guerra, aliados e amigos inseparáveis. Mas uma Dragomante pode ser cobiçada por vários dragões, que ela, em certas circunstâncias, pode a todos domar...

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No reino de Armitaunin, Nereila, uma jovem Dragomante, conclui por fim o seu árduo treino, juntamente com Ékión, o seu Escudeiro, que deverá protegê-la de qualquer perigo.. e de si mesma. Porque os Dragomantes, que defendem a humanidade da ameaça dos dragões, podem representar um perigo maior ainda que estes, se neles for ateado o fogo que lhes arde nas veias: o fogo de dragão. No caso de Nereila - a primeira mulher Dragomante em séculos - as consequências podem ser mais drásticas ainda, quando os pecados do seu pai regressam para a atormentar. E Ékión, o seu Escudeiro, não sabe se está à altura da tarefa - ou mesmo se deseja fazê-lo. E, se o fogo de dragão for ateado em Nereila, Armitaunin e o mundo inteiro poderão arder.

Sobre os Autores

Dragomante: Fogo de Dragão é um épico de fantasia heróica, por uma dupla de autores portugueses para quem a fantasia se tornou quase num modo de vida. Manuel Morgado, o artista, empenhou-se na arte fantástica há mais de uma década, e tem-se vindo a notabilizar como autor de BD e ilustrador. Depois de ter colaborado com Filipe Faria no livro Talismã, a sua primeira história juntos (editada pela Devir), Manuel Morgado lançou-se recentemente no mercado francês, tendo assinado para a Dargaud Gréldinard, um álbum para uma das mais famosas séries de fantasia de sempre em França, Chroniques de la Lune Noir, com François Marcela-Froideval como argumentista. Acaba de assinar recentemente o contrato para mais um álbum desta série.

Filipe Faria é outro autor português com a fantasia no sangue: jogador fanático de Dungeons & Dragons desde a mais tenra adolescência, começou a escrever aos 16 anos a saga de mais de 600 páginas que lhe viria a valer em 2001 o Prémio Branquinho da Fonseca, e seria publicada no ano seguinte pela Presença sob o título de A Manopla de Kharastan. O sucesso deste primeiro volume acabaria por transformar a primeira história numa série de sete volumes, As Crónicas de Allaryia, já publicadas também no mercado latino-americano, e cujo regresso se adivinha para breve. A convite de Manuel Morgado, Filipe Faria escreveria a história de Dragomante para os desenhos que o artista tinha idealizado antes.

“Tal como na nossa primeira colaboração, Talismã, o Manuel Morgado pregou-me novamente a ‘partida’ de me entregar uma história desenhada e pedir-me que eu com ela fizesse... bem, uma história. Os desenhos seguiam um fio condutor na cabeça dele, mas o argumento não chegara a cristalizar, e havia coisas que lhe faziam sentido na página e nos painéis mudos, mas nem tanto na narrativa. (...) ...ao examinar o que ele já tinha desenhado (cerca de 95% daquilo que viria a ser o álbum), em busca de algo em que pudesse pegar para construir uma narrativa que fizesse jus aos desenhos, dei-me de conta de um acaso peculiar: os dragões na história nunca eram vistos a expelir fogo. E o resto é, literalmente, história...”

Filipe Faria

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