Umbra 3 - Antologia de Banda Desenhada

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Umbra é uma publicação antológica de banda desenhada de ficção científica, romance negro, distopia futurista ou apocalíptica.

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Sinopses

David Soares e Filipe Abranches, “Intenções Comestíveis; ou Nova Tábua de Cebes”

O enredo de “Intenções Comestíveis; ou Nova Tábua de Cebes” desenvolve-se num indeterminado futuro distópico, em que um evento não-especificado aplanou toda a orografia, fazendo desaparecer todas as montanhas e o seu efeito torna difícil a construção de estruturas artificiais elevadas. Neste contexto, um empresário de sucesso emprega a sua fortuna em busca daquilo que poderá ser a última montanha existente, tornando-se esta busca uma obsessão. No entanto, a última montanha apresentar-se-á como um desafio muitíssimo mais perigoso do que se esperava e no seu interior poderá residir o destino dos últimos dias do mundo. Um pesadelo surreal — ou retrato alegórico da actualidade.

Simon Roy, “Naufragado com Dan, o gorila”

Um náufrago e um gorila falante estão presos numa ilha. A amizade é sólida, o entretenimento vai sendo descoberto, as surpresas, é conforme. Se houver oportunidade, quem quer abdicar disso? Todavia, Simon Roy parece interessado em perceber a elasticidade dessas relações. O que é mais importante para o demonstrar: estreitar laços ou aceitarmos vontades diferentes?

Pedro Moura e Marta Teives, “Dique”

Toda a tecnologia está votada à obsolescência. Podemos sonhar com tudo aquilo que ainda está por vir, mas mesmo esses milagres do futuro poderão ser o lixo rejeitado de um outro amanhã mais longínquo. Um produto que não tem mais préstimo económico pode ser resgatado para outros fins. São a consciência e a liberdade alguns desses fins? Um encontro estocástico entre um jovem e um robot.

Pedro Moura e Ricardo Baptista, “Weep me not dead”

Uma das heranças do Iluminismo é a razão. Uma crença da civilização europeia, industrial e capitalista é de que há um sempiterno e constante progresso, cada vez mais justo e equilibrado. Acreditamos piamente que uma boa sociedade deveria ser presidida pela razão. Organizar a vida de acordo com tal princípio levará seguramente a uma melhor realização do potencial social e moral humano. À felicidade, mesmo. Certo? Certo?

Filipe Abranches, “A Torre”

Numa narrativa de historiografia alternativa, um elemento das forças de segurança perde-se nas tramas conspirativas que se urdem perto de uma imensa e misteriosa Torre, erguida numa Lisboa dos anos 80 fustigada por uma pandemia e cataclismos climáticos. Um embate furioso entre a ficção especulativa do já amanhã e o delírio sobre os ontens que não chegaram a ser. Ainda. Sob a vigilância da Torre, o suspense...

Editor: Umbra Edições
Idioma: Português
Dimensões: 189 x 268 x 9 mm
Encadernação: Capa mole

Preto e Branco
Páginas: 112