Os Covidiotas

978-989-53039-4-6

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Por Luís Louro

Todos fomos atingidos pela pandemia e todos seguimos as medidas e recomendações para ultrapassar este período. Todos? Não… Um pequeno grupo continua a evitar seguir as orientações de combate ao bicho.

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Sinopse:

Todos fomos atingidos pela pandemia e todos seguimos as medidas e recomendações para ultrapassar este período. Todos? Não… Um pequeno grupo continua a evitar seguir as orientações de combate ao bicho. Luís Louro traz-nos uma divertida visão sobre os acontecimentos da primeira quarentena. Um livro que aborda desde materiais essenciais às necessidades (fisiológicas) do dia-a-dia, às grandes decisões (e decisores) no palco da política mundial, passando pelo impacto da pandemia em todas as actividades (até no terrorismo…). E… Culinária! Eles são Os Covidiotas! Porque rir é a melhor vacina (OK… É cliché mas não resistimos!)

88 páginas. Preto e Branco
Capa mole. 230 x 210 mm
Maio de 2021. Ala dos Livros

Sobre o autor:

Luís Louro nasceu em Lisboa em junho de 1965. Depois de ter terminado o ensino secundário, e desde sempre apaixonado pelas artes gráficas e pela imagem, ingressou na Escola António Arroio onde completou o Curso de Meios Audiovisuais. A sua incursão na BD remonta a 1980, ano em que com António José Simões (Tozé Simões), cria pequenas histórias, algumas das quais viriam a ser publicadas em diversos fanzines entre 1985 e 1990. E é a 1 de abril de 1985 que Luís Louro vê pela primeira vez editada uma história sua numa revista de publicação regular: “Estupiditia II” surgia nas páginas do Mundo de Aventuras (revista, à época, coordenada por Jorge Magalhães). Sucedem-se a partir daqui as publicações “profissionais” no Diário Popular, Jornal Júnior ou em O Mosquito (5.ª série). Seria aliás no Sábado Popular, um suplemento do jornal Diário Popular, que viria a estrear-se, em Outubro de 1985, a série Jim del MónacoSegue-se, em 1989, o primeiro álbum da série Roques & Folque, regressando esta parceria à série Jim del Mónaco em 1991, 2015 e 2017. A partir de 1994, ano de lançamento de O Corvo, Luís Louro assume os argumentos e assina sozinho álbuns como Alice (1995), Coração de Papel (1997), Cogito Ego Sum I (2000), Cogito Ego Sum II (2001). Esta carreira a solo seria, no entanto, pontuada por colaborações com diversos argumentistas, como Rui Zink (O Halo Casto – 2000), João Lameiras e João R. Santos (Eden 2.0 – 2003), Nuno Markl (O Corvo – O Regresso – 2003) ou Rosa Lobato de Faria (ABC das Coisas Mágicas). Já em Watchers (2018) e Sentinel (2019), Luís Louro voltaria aos argumentos a solo. Ao longo da sua carreira Luís Louro ganhou vários e importantes troféus, tendo integrado, em 1998, a comitiva “Perdidos no Oceano”, que constituiu a representação de Portugal enquanto país convidado no 25.º Festival Internacional de Angoulême. Em 2020, Luís Louro ingressa no catálogo da Ala dos Livros, com a publicação de O Corvo – Inconsciência Tranquila e a reedição de Alice (na Cidade das Maravilhas).