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Duke 4 - A última vez que rezei

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Duke retomava o seu caminho para encontrar Clem e Swift e entregar os 100 000 dólares na Califórnia, enquanto Peg era raptada e Sharp reunia três homens à sua volta para o tentar deter.

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Duke retomava o seu caminho para encontrar Clem e Swift e entregar os 100 000 dólares na Califórnia, enquanto Peg era raptada e Sharp reunia três homens à sua volta para o tentar deter.

A altas horas da noite, Sharp e os seus homens alcançam Duke, mas, pela manhã, banham-se no seu próprio sangue, degolados. Sem entender, Duke vai juntar-se a Clem e Swift. Mas quando o irmão descobre que Duke voltou a Ogden para vingar a morte da sua mulher, dispara sobre ele e foge com os 100 000 dólares.

A perseguição está apenas no início. O caminho para a Califórnia assemelha-se a um calvário que Duke e Peg percorrem, à distância, cada um entregue a si mesmo e à violência de um mundo ao qual eles teriam preferido não pertencer.

Autores: Hermann & Yves H.

Edição: Cartonada

Número de páginas: 56++

Data de Edição: Fevereiro 2020

Hermann Huppen

Nasceu na Bélgica em Julho de 1938. Após uma permanência de 3 anos no Canadá, regressa a Bruxelas e casa-se. Em 1966 Herman começa a ilustrar Bernad Prince, uma série escrita por Greg e que é publicada na revista Tintin.

Depois de uma incursão na série Jugurtha (1967), da qual desenha os dois primeiros tomos, Hermann retoma a colaboração com Greg em Comanche, série que surge em Dezembro de 1969. Hermann, que recebeu várias distinções ao longo da sua carreira, foi em 2016 distinguido com o Grande Prémio do Festival de Banda Desenhada de Angoulême.

O 1º álbum da série DUKE foi publicado em Portugal em Outubro 2017.

Yves H.

Nasceu sob o signo da 9.ª arte, precisamente um ano após o seu pai Hermann ter iniciado a carreira prestigiosa que conhecemos. Muito atraído pelo ofício fabuloso do contador de histórias, o jovem Yves vira-se primeiro para o cinema, e devora as obras de Terry Gilliam, Woody Allen ou dos irmãos Coen. Mas Yves H. sonha com histórias «de género», do género que exige os meios faraónicos de Hollywood para serem convenientemente postas em cena, um entrave que não existe na banda desenhada. É então, em 1995, que se lança nas pranchas com Le Secret des hommes-chiens, que realiza sozinho, embora o seu pai assuma responsabilidade pela cor. Mas longe de ser um simples «apadrinhamento», esta colaboração vai reforçar-se ao longo dos anos. Considerando-se mais narrador do que desenhador, volta-se exclusivamente para o argumento, e escreve principalmente para Hermann, que arrasta para os seus universos variados, que vão da pirataria ao filme negro dos anos 30, passando pelo mito de Drácula. Juntos, os dois alcançam uma «nova osmose», encontrando uma narração que só a eles pertence.