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Duke 3 - Sou uma Sombra

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Nesta aventura, Duke aceita ser aquilo que é: uma sombra à espreita na noite, um predador, um assassino.

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Odgen, Colorado, 1868. Depois do final do volume 2, Clem, o irmão de Duke, não é encontrado em lado nenhum. A diligência que transporta os 100 000 dólares, que Dke deve escoltar, rola há apenas algumas horas, quando o seu irmão reaparece, acompanhado por três bandidos. Detêm a diligência, apoderam-sedo dinheiro e fogem para um lugar que apenas Duke parece conhecer.

Nesta aventura, Duke aceita ser aquilo que é: uma sombra à espreita na noite, um predador, um assassino.

Autores: Hermann & Yves H.

Edição: Cartonada

Número de páginas: 56

Data de Edição: Março de 2019

Hermann Huppen

Nasceu na Bélgica em Julho de 1938. Após uma permanência de 3 anos no Canadá, regressa a Bruxelas e casa-se. Em 1966 Herman começa a ilustrar Bernad Prince, uma série escrita por Greg e que é publicada na revista Tintin. Depois de uma incursão na série Jugurtha (1967), da qual desenha os dois primeiros tomos, Hermann retoma a colaboração com Greg em Comanche, série que surge em Dezembro de 1969.

Hermann, que recebeu várias distinções ao longo da sua carreira, foi em 2016 distinguido com o Grande Prémio do Festival de Banda Desenhada de Angoulême.

O 1º álbum da série DUKE foi publicado em Portugal em Outubro 2017, estando neste momento a trabalhar no 3º volume, com data de publicação a anunciar.

Yves H.

nasceu sob o signo da 9.ª arte, precisamente um ano após o seu pai Hermann ter iniciado a carreira prestigiosa que conhecemos. Muito atraído pelo ofício fabuloso do contador de histórias, o jovem Yves vira-se primeiro para o cinema, e devora as obras de Terry Gilliam, Woody Allen ou dos irmãos Coen. Mas Yves H. sonha com histórias «de género», do género que exige os meios faraónicos de Hollywood para serem convenientemente postas em cena, um entrave que não existe na banda desenhada. É então, em 1995, que se lança nas pranchas com Le Secret des hommes-chiens, que realiza sozinho, embora o seu pai assuma responsabilidade pela cor. Mas longe de ser um simples «apadrinhamento», esta colaboração vai reforçar-se ao longo dos anos. Considerando-se mais narrador do que desenhador, volta-se exclusivamente para o argumento, e escreve principalmente para Hermann, que arrasta para os seus universos variados, que vão da pirataria ao filme negro dos anos 30, passando pelo mito de Drácula. Juntos, os dois alcançam uma «nova osmose», encontrando uma narração que só a eles pertence, e de que Bernard Prince desde então beneficia, no seu regresso resultante da conjugação das plumas de ambos.