Promoção No Assédio do Tempo Ver maior

No Assédio do Tempo

978-989-54775-0-0

Novo produto

Por Maria Fraterna

Trata-se de uma mulher madura que gosta de escrever e de dizer as palavras certas no momento exato.
O que mais fascina nos seus poemas é a capacidade e a forma de o fazer.
Retira-se uma lição que perdura durante toda a leitura.

Mais detalhes

10,19 €

-10%

11,32 €

Adicionar à Lista de desejos

Mais informação

Trata-se de uma mulher madura que gosta de escrever e de dizer as palavras certas no momento exato.
O que mais fascina nos seus poemas é a capacidade e a forma de o fazer.
Retira-se uma lição que perdura durante toda a leitura.
Na atualidade, cria um mundo muito próprio, exaustivamente explorado na natureza, na vida simples, ao redor das árvores, sempre a criar a real e espantosa forma de viver com adejos de borboletas.
Não são hábitos caprichados, apenas o propósito de desviar o leitor para a mudança do seu Ser.
Adoptou o pseudónimo de Maria Fraterna nos seus poemas.

Sobre a Autora

Maria de Fátima Carvalho da Silva Cardoso, nascida no distrito Braga, em Portugal, é licenciada em Direito e trabalha como jurista na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. Reside habitualmente em Condeixa.
Tem sido muito admirada pelos seus leitores e possui uma enorme galeria de comentários nas redes sociais, entre os quais admiráveis autores do presente mundo das artes.
É co-autora em várias antologias e colectâneas poéticas, como por exemplo em Palavras de Cristal.
Foi reconhecida e ganhou o Prémio Literário Ser Mulher III 2019.

Opinião dos Leitores

Merecidamente
No Prémio Literário Ser Mulher III 2019, Lília Tavares

Poema de imacular sentir, querida poeta das palavras doces.
Natália Dinis

A sagacidade é um dom raro. Quem tem deve-o a muito boa formação.
Rui A. Agonia Pereira

...Admiração grande ao que escreves.
Susana Nunes

Metáfora e real que fundas e confundes...
José Manuel Ascenso

Curioso jogo imagético da palavra com a imagem da reflexão
José Luís Outono

Teus poemas e tuas palavras sempre de um enigma precioso...
Fanny Mota